Sweeney Todd
Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008
Fui ver o Sweeney Todd e se pudesse teria ficado para outra sessão.
*suspiro*
(Diz que já tenho o filme e as musiquinhas em mp3.
Tudo legal, claro!)
*fiufiu*
I know not what tomorrow will bring
Sábado, Fevereiro 23, 2008
Venham mais noites como a de hoje!
Teatro Aveirense | 22.02.2008 | 21h30
TURISMO INFINITO
de António M. Feijó
a partir de textos de Fernando Pessoa
e três cartas de Ofélia Queirós.
Encenação
Ricardo Pais
Interpretação
João Reis, Emília Silvestre, Pedro Almendra, José Eduardo Silva, Luís Araújo.
“O que sou essencialmente – por trás das máscaras involuntárias do poeta, do raciocinador e do que mais haja – é dramaturgo. O fenómeno da minha despersonalização instintiva, a que aludi em minha carta anterior, para explicação da existência dos heterónimos, conduz naturalmente a essa definição. Sendo assim, não evoluo: VIAJO. (Por um lapso da tecla das maiúsculas, saiu-me sem que eu quisesse essa palavra em letra grande. Está certo, e assim deixo ficar.) Vou mudando de personalidade, vou (aqui é que pode haver evolução) enriquecendo-me na capacidade de criar personalidades novas, novos tipos de fingir que compreendo o mundo, ou, antes, de fingir que se pode compreendê-lo. Por isso dei essa marcha em mim como comparável, não a uma evolução, mas a uma viagem: não subi de um andar para outro, segui, em planície, de um para outro lugar.”
Fernando Pessoa – Carta Adolfo Casais Monteiro (20 de Janeiro de 1935)
Palmas! Muitas palmas!
(Sim, vale mesmo a pena ir ao teatro.)
Insólitos Caseiros
Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008
22:45
Violeta: “Será possível que os vizinhos estejam a aspirar a casa a esta hora??”
Rodolfo: “É o portátil da Li ali em cima da mesa.”
…
Mensagens nas Tampinhas de Iogurte
Sábado, Fevereiro 16, 2008
Quebramos os dois
Quinta-Feira, Fevereiro 14, 2008
“Eu a convencer-te que gostas de mim
Tu a convenceres-me que não é bem assim
Eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
Tu a argumentares os teus inevitáveis.
Eras tu a dançares em pleno dia,
E eu encostado como quem não vê.
Eras tu a falar para esconder a saudade,
E eu a esconder-me do que não se dizia.
Afinal…
Quebramos os dois, afinal.
Quebramos os dois…
Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira.
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extingir o que já se sabia.
Eu fugia do toque como do cheiro,
Por saber que era o fim da roupa vestida,
Que inventara no meio do escuro onde estava,
Por ver o desespero na cor que trazias.
Afinal…
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois…
Era eu a despir-te do que era pequeno,
Tu a puxares-me para um lado mais perto,
Onde se contam histórias que nos atam,
Ao silêncio dos lábios que nos mata.
Eras tu a ficar por não saberes partir,
E eu a rezar para que desaparecesses,
Era eu a rezar para que ficasses,
Tu a ficares enquanto saías.
Não nos tocamos enquanto saías,
Não nos tocamos enquanto saímos,
Não nos tocamos e vamos fugindo,
Porque quebramos como crianças.
Afinal…
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois…
É quase pecado que se deixa.
Quase pecado que se ignora.”
Ouvir Toranja faz-me mal.
Se eu pudesse dizer o que nunca te direi…
Segunda-feira, Fevereiro 4, 2008
… tu terias que entender aquilo que nem eu sei.
Fernando Pessoa
Cliché.
Vícios
Sábado, Fevereiro 2, 2008
Esta é uma daquelas ideias que lamento profundamente não ser minha.

